“Mostra-me como tu te vestes que eu te direi quem tu és”

Segundo uma pesquisa realizada nos anos 60 pelo psicólogo Albert Mehrabian, nós levamos cerca de 30 segundos para formar uma opinião sobre alguém, influenciados pela imagem dessa pessoa.

Nesse primeiro olhar, somos impactados por múltiplas informações que dizem de forma subjetiva – em alguns casos, objetivas também – quem a pessoa é, seus valores, escolhas, personalidade, história, preferências, tudo a partir do primeiro contato visual. E são informações expostas na forma como a pessoa se veste, seu cabelo, acessórios…

Parece que não é possível obter tantas informações em pouco tempo, concorda?

E tem mais: se você acha que 30 segundos é pouco tempo, saiba que esse número já diminuiu bastante, e hoje, devido às mudanças nos nossos hábitos e à influência da mesma tecnologia, levamos singelos 5 segundos para comunicar através da nossa imagem quem nós somos – ou melhor, quem demonstramos ser!

Por essa questão, se você é uma pessoa que não liga para o que os outros pensam sobre você, ou que não dá muita importância à forma como se veste e se comunica visualmente, recomendo que reveja esse conceito.

 

“Mostra-me como tu te vestes que eu te direi quem tu és”

 

Em geral, para atingir o sucesso em áreas específicas da vida, temos que buscar pela nossa melhor versão – ser melhores que nós mesmos, sempre. Melhores em resultados, contatos, experiências, reconhecimento, e uma das melhoras em que vale a pena investir e se atualizar:Personal Branding. Isso significa ter a sua imagem pessoal e visual como forte aliada.

Ainda abordando alguns dados, vale destacar que as palavras que falamos em uma conversa representam apenas 7% dessa comunicação. Mais de 50% da comunicação está ligada a questões visuais como gestos, expressões e APARÊNCIA.

Dessa forma, está claro que cuidar da nossa maneira de se vestir é fundamental para gerar boas comunicações.

E dentro desse ponto específico que é o “vestir-se bem”, é muito comum cometer erros que passam despercebidos de nosso olhar e que na maioria das vezes achamos que estamos “arrasando” no visual – mas na verdade, especialistas em moda diriam que se houvesse “10 mandamentos sobre como se vestir sem passar vergonha”, seríamos os maiores pecadores da terra.

Parece exagero? Mas é uma verdade.

Muitas pessoas perdem oportunidades simplesmente pelo fato de cometerem esses deslizes ao se vestirem, e quase nunca se dão conta disso! Então eu resolvi listar os 5 principais erros que as pessoas cometem ao se vestirem para qualquer ocasião!

 

1 – Roupas largas

“Mostra-me como tu te vestes que eu te direi quem tu és”

É muito comum acontecer de as pessoas buscarem em roupas mais “folgadas” um certo tipo de conforto ao se vestir, e a acabam errando nas medidas, passando uma imagem visual de desleixo.

Lembra daqueles 5 segundos que levamos para julgar alguém através do seu visual? É um tempo suficiente para comunicar: falta de credibilidade, desleixo, preguiça, irresponsabilidade, desorganização…

Parece que não, mas compare essa pessoa que veste roupas largas demais com alguém que se veste de forma mais alinhada. Essa primeira impressão que você tem sem conversar ou saber da história dessas pessoas representa a impressão de quase todo mundo.

 

2 – Roupas apertadas

“Mostra-me como tu te vestes que eu te direi quem tu és”

Em contraponto, acontece também de buscar pelo alinhamento de uma peça de roupa perfeitamente no corpo, e a expectativa não conversar com a realidade.

Se a roupa está apertada, a ponto de quase estourar, rasgar, soltar botões ou realçar volumes que você quer sempre esconder, essa roupa não é para você!

Quem se veste assim, acaba comunicando uma imagem às vezes infantilizada, vulgar, desleixada e desconfortável.

 

3 – Formalidade x Informalidade

“Mostra-me como tu te vestes que eu te direi quem tu és”

Uma das grandes dúvidas que surgem na cabeça das pessoas ao irem a um evento, entrevista, festa – dentre outras ocasiões – é se a roupa para a ocasião é formal ou não formal.

Ter esse questionamento é muito legal. Mas restringir a formalidade ou informalidade apenas à roupa e a grandes eventos é um pouco equivocado.

A composição visual como um todo comunica uma única mensagem. Por exemplo, um homem usar um terno e gravata demonstra um certo tipo de formalidade, mas, esse mesmo homem quando está de terno, mas sem gravata e com um ou dois botões soltos, já não está tão formal assim.

Uma dica que dou, é analisar o contexto do lugar onde você vai, seja um grande evento ou um dia de trabalho e de que forma você vai se enquadrar visualmente no ambiente – roupas, acessórios, cores, etc.

O que determina se uma peça de roupa é informal ou formal, é a forma como você vai usá-la!

 

4 – Cores“Mostra-me como tu te vestes que eu te direi quem tu és”

 

Esse é um ponto que muita gente erra por não ter noção que para cada tipo de pessoa, as cores se comportam de formas diferentes devido a questões como tipo físico, cor da pele, cor do cabelo, estação do ano, etc.

Assim como também ocorre de uma “cor favorita” definir a cor de todas as peças de roupa de um guarda-roupas – o que em muitos casos, não é a melhor coisa a se fazer.

A cor vermelha pode cair muito bem para determinada pessoa, mas para outra, não! E esse uso errado das cores passam um certo tipo de desconforto visual em quem vê.

 

5 – Roupas que desvalorizam as partes do corpo

Se vestir - “Mostra-me como tu te vestes que eu te direi quem tu és”

O tipo físico é um fator elementar na escolha de quais roupas usar, e quais NÃO USAR!

Quantas mulheres de baixa estatura vivem usando salto alto, acreditando que esse é o único meio de passar credibilidade, maturidade, respeito e imponência? Mas por falta de conhecimento, não procuram pelas cores de roupas certas, cortes, combinações, entre outros elementos que comunicam a mensagem que ela acredita ser capaz de ter somente através do uso de salto alto.

Então, identifique quais partes do seu corpo são marcantes para serem valorizadas e o que você não gostaria de valorizar também.

Tanto para esse exemplo quanto para os outros, vale a pena sempre pedir opinião de alguém quando for escolher ou provar alguma peça de roupa. Se possível, para mais de uma pessoa.

Aquela velha pergunta: “o que você achou?”, cai muito bem em momentos em que você não está com muita segurança no que está vestindo – ou se percebeu aqui que tem cometido mais erros do que acertos.

Mas faça a pergunta para quem diria a verdade para você!

E também, para casos mais específicos, invista em uma consultoria de imagem, que fica muito mais fácil acertar no visual!

 

  

Não existe uma regra absoluta de como você deve ou não se vestir! O que é importante é você ter noção do que você gosta de usar de uma forma que isso te valorize e que comunique uma imagem visual sobre quem você é sem precisar se apresentar.

Vivemos em uma sociedade que julga sim. Sejam pessoas ou instituições, fazemos isso o tempo todo para nos conectarmos com as pessoas que acreditamos ser as “certas” para estabelecer algum tipo de relação.

Mas para ser alvo de bons julgamentos, e assim conquistar grandes oportunidades de negócios, networking, amizades e parcerias, uma imagem que represente quem você é na sua melhor versão, é um fator crucial para que as pessoas se conectem com você.

Essa é a magia do Personal Branding que é umas das 7 chaves para você se tornar uma pessoa reconhecida!

Agora que você conhece essa chave, o próximo passo para se tornar uma autoridade, alguém que seja referência no que fala, está nesse e-book GUIA 7 CHAVES PARA SER MAIS RECONHECIDO NO SEU NICHO.

 

Nos vemos no próximo artigo!